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    Covid-19


    Alessandra articula retorno de academias com protocolos de prevenção

    A proposta se baseia em dados epidemiológicos divulgados esta semana, que indicam a possibilidade do retorno das atividades

     

    A medida está sendo analisada junto ao Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e ao governo do Amazonas
    A medida está sendo analisada junto ao Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e ao governo do Amazonas | Foto: Divulgação

    Manaus - Em apoio às academias e aos profissionais de educação física, a deputada Alessandra Campêlo (MDB) anunciou, nesta quarta-feira (24), que está intermediando, junto ao Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e ao governo do Amazonas, a retomada das atividades do segmento no Estado. 

    A proposta se baseia em dados epidemiológicos divulgados esta semana, que indicam a possibilidade do retorno das atividades. 

    “Conversei com vários profissionais da educação física e vou tratar o assunto na próxima reunião do comitê. A ideia é que o segmento retorne seguindo todos os protocolos de segurança e distanciamento social, além da capacidade reduzida de público. Esses profissionais precisam voltar ao trabalho”, disse. 

    A parlamentar, que já comandou a Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer (Sejel), destacou o papel da atividade física na promoção e manutenção da saúde mental.  “Praticar exercícios libera endorfina, o hormônio do bem estar, fazendo com que a pessoa que está se exercitando se sinta bem, o que ajuda a enfrentar o período pelo qual estamos passando”. 

    Combate à violência contra profissionais da educação

    Também nesta quarta-feira, o plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) aprovou o Projeto de Lei (PL) nº 149/2019, de autoria da parlamentar, que estabelece medidas e procedimentos para os casos de violência contra profissionais da educação ocorridos em escolas da rede pública estadual. 

    “Sabemos que a violência escolar infelizmente é uma realidade e o projeto visa resguardar o direito a um ambiente de trabalho saudável aos profissionais da educação, seja ele professor ou merendeira, para que sejam respeitados e desenvolvam seus trabalhos da melhor forma. Também estabelece os procedimentos para que a direção das escolas tomem as providencias para que essa violência seja caracterizada como acidente de trabalho, quando ocorrida dentro da unidade de ensino”, explicou.

    *Com informações da assessoria

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