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    Deputado Serafim pede que sede do Rio Negro Clube seja preservada

    Serafim Corrêa sugeriu que o local seja transformado em uma sede social, esportiva e de lazer da Fundação Matias Machline

     

    A sede foi comprada pelo Sung Un Song é dono da empresa Digitron
    A sede foi comprada pelo Sung Un Song é dono da empresa Digitron | Foto: Divulgação

    Amazonas - O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) solicitou que o Governo do Estado abra diálogo com o empresário coreano Sung Un Song, que comprou à vista, por R$ 3,78 milhões, a sede do Atlético Rio Negro Clube, para saber quais os planos do novo proprietário para o imóvel. O pedido foi feito durante sessão plenária desta terça-feira (23) na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). 

    Sung Un Song é dono da empresa Digitron, estabelecida no Polo Industrial de Manaus (PIM), e administrador do hotel Tropical Business.

    O líder do PSB na Aleam destacou que o empresário carrega o mérito de, no momento em que Nokia e Microsoft abandonaram o projeto da Fundação Matias Machline, ter intermediado e preservado a instituição. “Eu estou imaginando que o objetivo dele de comprar a sede do Atlético Rio Negro Clube é transformar aquilo na sede social, esportiva e de lazer da Fundação Matias Machline. Se for isso, melhor. Agora, existem outras pessoas que acham que ele comprou aquilo para especulação imobiliária. E eu não quero acreditar nessa versão, porque quem teve o gesto bonito de não deixar a Fundação Matias Machline morrer, não pode fazer isso com a terra que o acolheu”, avaliou Serafim. 

    Caso esse seja o projeto do empresário, o deputado propôs que o Governo do Estado desaproprie para preservar a sede do Rio Negro Clube.

    “Faço meu apelo para que o governo estabeleça o canal de comunicação por meio da Secretaria de Planejamento, da Casa Civil, contato com o Sung Un Song, contato com a Digitron, para que exista um diálogo fraterno, sincero. Todos nós fomos sacudidos com a notícia do leilão da sede do Rio Negro Clube. Eu sou nacionalino, todo mundo sabe, mas fiquei muito preocupado porque Nacional e Rio Negro não existem um sem o outro e eles são a vida da cidade, com mais de 100 anos de existência”, concluiu o político.

    *Com informações da assessoria 

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