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    Amazonas


    Em Brasília, Wilson Lima defende vacinação em massa no Amazonas

    O governador do Estado participou da reunião que instituiu o comitê nacional para combate ao novo coronavírus

     

    Na ocasião também foram abordadas restrições para todo o país, cronograma de vacinação e compra de medicamentos
    Na ocasião também foram abordadas restrições para todo o país, cronograma de vacinação e compra de medicamentos | Foto: Divulgação

    Brasília - O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) esteve presente em reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) e representantes dos demais poderes, nesta quarta-feira (24), para definir medidas que devem ser traçadas pelos governantes no combate à pandemia. No encontro, o governador defendeu a vacinação em massa e equilíbrio de medidas restritivas para reduzir a circulação do vírus como medidas a serem adotadas no Amazonas.

    Na ocasião também foram abordadas restrições para todo o país, cronograma de vacinação e compra de medicamentos.

    “Eu fiz um apelo ao presidente da República para que haja agilidade no processo de compra de vacinação e que a gente tenha a disponibilidade da maior quantidade possível de doses. Que haja também um equilíbrio entre a proteção da vida e a flexibilização das atividades econômicas porque as pessoas precisam, também, continuar com seu emprego, continuar garantindo o sustento das suas famílias”, disse o governador do Amazonas.

     

    A prioridade defendida pelo governador é a situação de gravidade de cada unidade da federação
    A prioridade defendida pelo governador é a situação de gravidade de cada unidade da federação | Foto: Divulgação

    Demandas do Amazonas 

    A pauta defendida por Wilson Lima foi entregue ao novo titular do Ministério da Saúde (MS), Marcelo Queiroga. No documento, o chefe do executivo estadual alertou para a necessidade de inserir as gestantes e puérperas no grupo de risco para vacinação, além de um orçamento para a Saúde maior do que foi aprovado pelo parlamento e do maior controle sobre a prioridade na compra de insumos para assistência à saúde.

    Além do fortalecimento dos recursos humanos por meio da Força Nacional do SUS, aquisição de condensadores e miniusinas de oxigênio para os municípios do interior e de outras medidas no campo da saúde, Lima defendeu o retorno do auxílio emergencial e o apoio do Governo Federal aos pequenos empreendedores.

    O ministro Marcelo Queiroga garantiu que, como o comitê é formado pelos Poderes, haverá o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) articulado nos três níveis, para prover à população brasileira, com agilidade, uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus.

    “Fortalecer a assistência (à saúde) nos três níveis, municípios, estados e União, com a criação de protocolos assistenciais capazes de mudar a história natural da doença. O sistema de saúde do Brasil dará as respostas que a população”, afirmou Queiroga.

    Além da criação do comitê, Bolsonaro defendeu a vacinação em massa dos brasileiros. “A nossa união, o nosso esforço entre os três Poderes da República, ao nos direcionarmos para aquilo que realmente interessa, sem que haja qualquer conflito, creio que seja o caminho para o Brasil sair dessa situação bastante complicada”, disse o presidente.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) não participará diretamente do comitê, mas o presidente da Suprema Corte, ministro Luiz Fux, disse que o Poder Judiciário verificará estratégias para evitar a judicialização das medidas a serem adotadas. Ele justificou que a judicialização é um fator que leva à demora na tomada de decisões.

    *Com informações da assessoria

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