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    Ocupação


    Deputados debatem a ocupação do Tarumã por flutuantes

    O deputado Serafim Corrêa (PSB) apresentou imagens aéreas mostrando a quantidade de flutuantes localizados na área do Tarumã

     

    O deputado Serafim Corrêa (PSB) apresentou imagens aéreas mostrando a quantidade de flutuantes localizados na área do Tarumã
    O deputado Serafim Corrêa (PSB) apresentou imagens aéreas mostrando a quantidade de flutuantes localizados na área do Tarumã | Foto: Divulgação

    A ocupação desordenada da orla de Manaus e municípios da Região Metropolitana, com atenção aos prejuízos ambientais gerados por essa situação, foi debatida na reunião Plenária desta quinta-feira (27), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    O deputado Serafim Corrêa (PSB) apresentou imagens aéreas mostrando a quantidade de flutuantes localizados na área do Tarumã, na zona Oeste da Capital, e questionou a inexistência de controle por parte de órgãos municipais e estaduais responsáveis pela autorização e fiscalização ambiental.

      “Não sou contra os estabelecimentos que funcionam nos flutuantes”, afirmou o deputado, mostrando preocupação com a ocupação sem organização e controle das questões sanitárias, como estações de tratamento dos dejetos.  

    Corrêa relembrou que na década de 1950, a ocupação desordenada da orla onde hoje está localizada a Feira da Manaus Moderna, no Centro, permitiu a existência da “cidade flutuante”. Pequenos comércios, moradias e oficinas funcionavam em palafitas, que chegou a ter uma população de mais de 10 mil moradores, segundo dados da época.

    A deputada Therezinha Ruiz (PSDB) compartilhou da preocupação do parlamentar, e disse que, desde 2019, vem realizando ações para levantamento de informações com os proprietários e moradores de flutuantes do Tarumã. Ela destacou a importância da área para o turismo, e por isso, deve ser pensada com responsabilidade e cuidados.

      “Os estabelecimentos maiores e mais antigos até possuem estações de tratamento, porém, a maioria despeja seus dejetos diretamente nas águas do rio”, disse, alertando para a poluição das águas.  

    *Com informações da assessoria

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