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    Política


    Planejamento estratégico para Manaus sai em fevereiro

    A mobilidade urbana e qualificação profissional estão entre as prioridades no plano, diz Hissa – foto: Joel Rosa
     
     
     
    Em reunião realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Arthur Neto determinou aos secretários municipais que elaborem um planejamento estratégico para ser executado a partir de fevereiro.
    Questões como mobilidade urbana e qualificação profissional estão entre as prioridades exigidas por Arthur para serem postas em papel e discutidas em orçamento.
    As informações foram divulgadas pelo vice-prefeito Hissa Abrahão, segundo o qual além das ações de rotina, como limpeza pública e a Operação Tapa-Buraco, o planejamento deve dotar a cidade da infraestrutura necessária, permitindo que ela esteja pronta a receber a Copa do Mundo, que acontece no Brasil no próximo ano.
    Segundo Abrahão, a ideia é trabalhar uma nova vertente que contemple também as áreas da saúde e educação.
    “Neste primeiro mês, todos nós estamos administrando situações de urgências e tomando conhecimento de cada secretaria. Passada essa fase, exige-se um planejamento estratégico a médio e longo prazos para a cidade. Os secretários vão ter que apresentar quais são as suas prioridades e a partir daí vamos saber se vai ter recurso, como cumprir no prazo e se pode ser feito antes da Copa”, afirmou.
     
    GreveO vice-prefeito falou também falou sobre a possível paralisação dos rodoviários, prevista para a próxima sexta (25). Ele afirmou que Arthur Neto tem conversado com os donos de empresas e também com os rodoviários para que juntos encontrem uma solução para o problema, sem prejudicar a população. Ele ainda desafiou os rodoviários a fazer um protesto diferente.
    “Nós pedimos que eles não façam essa grave. Mas se realmente quiserem reivindicar algo dos empresários, que os motoristas e cobradores trabalhem normalmente e implementem um jeito diferenciado de fazer greve: a catraca livre, onde nenhum passageiro paga. O que não pode é a população ser prejudicada”, explicou Hissa.