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    Coronavírus


    Grupo Sabin desenvolve teste para detectar o novo coronavírus

    Os pesquisadores destacam que é preciso fazer os exames já nos primeiros dias de sintomas

    O novo coronavírus eclodiu na China | Foto: Divulgação

    Referência no Brasil em medicina diagnóstica, o Grupo Sabin desenvolveu um teste para diagnosticar o SARS CoV-2, novo Coronavírus, que eclodiu na China e hoje já se prolifera por quase todos os continentes. 

    Com o compromisso de oferecer o que há de melhor e mais inovador em medicina diagnóstica, o exame está sendo disponibilizado apenas nas unidades hospitalares e

    também por meio do serviço de coleta em domicílio realizado pelo Sabin, atendendo aos protocolos e às boas práticas de segurança em saúde. Em Manaus, onde o grupo conta com 12 unidades em todas as zonas da cidade, a coleta em domicílio pode ser agendada diretamente no site do laboratório, https://www.sabin.com.br/.

    Segundo a direção do Grupo Sabin, as equipes de pesquisa e desenvolvimento submeteram as amostras a testes ao ‘CoV-2 2019' com reagentes num rigoroso sistema de metodologia própria, baseado nos protocolos do Center for Diseases Control (CDC) e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os resultados se mostraram muito eficientes para identificação do novo Coronavírus.

    Coleta simples

    Feito com base no método 'PCR em tempo real', o novo teste do Sabin possui processo de coleta simples, que é feito por meio de secreção nasal. Os resultados ficam prontos em 24 horas, se realizados no Distrito Federal, e em até três dias se forem coletados em outras regiões do país, como Manaus. 

    "Os investimentos contínuos em pesquisa e inovação foram essenciais para desenvolvimento dessa nova metodologia diagnóstica de forma tempestiva às demandas da comunidade médica e da população”, afirma Rafael Jácomo, diretor técnico do Grupo Sabin.

    Os pesquisadores destacam que fazer os exames já nos primeiros dias de sintomas é fundamental para detectar e tratar a doença, que já tem mais de 430 casos suspeitos no Brasil, além de dois confirmados em São Paulo.

    Segundo o Ministério da Saúde, todas as regiões do país têm casos suspeitos, sendo São Paulo o estado com o maior número: 163.  O aumento do número de suspeitos tem relação com a mudança de metodologia do Ministério da Saúde para considerar um paciente suspeito. Desde o final de fevereiro, o ministério decidiu não fazer reanálise dos casos notificados como suspeitos pelas secretarias estaduais de saúde. Assim, a avaliação local é considerada pelo governo federal.

    Fase de contenção

    Os estados continuam sendo capacitados pelo Ministério para fazer as notificações corretamente, mas, segundo o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira, metade das notificações dos estados não se encaixa na definição de casos de Covid-19. Atualmente, o Brasil se encontra na fase de contenção da doença.

    “Estamos no nível 3, na fase de contenção, onde o nosso objetivo é evitar a dispersão [do vírus]. Obviamente, entendendo que há uma transição que se inicia para uma fase de mitigação, onde vamos trabalhar para evitar casos graves e óbitos”, disse Wanderson de Oliveira.

    *Com informações da assessoria