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    Ministério da Saúde


    Pazuello diz que governo comprará 100 milhões de doses de CoronaVac

    Pazuello diz que governo comprará 100 milhões de doses de CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantã, em parceria com laboratório chinês

     

    Segundo Pazuello, até abril, o Butantan fornecerá 46 milhões de doses. Outras 54 milhões chegariam até o fim do ano.
    Segundo Pazuello, até abril, o Butantan fornecerá 46 milhões de doses. Outras 54 milhões chegariam até o fim do ano. | Foto: Divulgação

    Brasília (DF) - Em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o contrato com o Instituto Butantan prevê a compra de 100 milhões de doses da vacina CoronaVac,  vacina produzida em parceria com laboratório chinês. Onúmero equivale a todo o estoque do instituto.

    Segundo Pazuello, até abril, o Butantan fornecerá 46 milhões de doses. Outras 54 milhões chegariam até o fim do ano.

    O contrato foi divido em duas partes porque o ministério não tem orçamento para contratar as 100 milhões de doses integralmente.

    Quanto vai custar?

    O valor da dose é de R$ 58,20. A vacina tem 78% de eficácia contra a covid-19 e 100% de eficácia contra casos graves da doença, de acordo com o instituto.

    O ministro da Saúde citou ainda a possibilidade de aplicar apenas uma dose da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford.

    A última análise de dados desse imunizante apontou que a eficácia ficou em torno de 70% na primeira dose, subindo para 80% com a segunda aplicação.

    Na terça-feira (5), a Fiocruz informou que cada unidade de um lote de 2 milhões de doses prontas do medicamento custará US$ 5,25 — ou seja, R$27,90. No total, o negócio será de cerca de R$ 59,4 milhões.

    Na noite de quarta (6), em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, Pazuello afirmou que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a AstraZeneca, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.

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