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    Saúde


    Seap e Fiocruz promovem tratamento de saúde a transexuais do AM

    O projeto tem o objetivo de estimar a prevalência e fatores associados à prevenção e cuidado com a sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), entre travestis e mulheres trans

     

    A ação acontece por meio do projeto em nível nacional “TransOdara”, do Ministério da Saúde
    A ação acontece por meio do projeto em nível nacional “TransOdara”, do Ministério da Saúde | Foto: Divulgação/Seap

    Manaus (AM) - Uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), por meio da Coordenadoria de Saúde do Sistema Prisional do Amazonas (CSSPAM), e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), trouxe tratamento de saúde sexual a 20 travestis e mulheres trans (TrMT) privadas de liberdade, durante toda essa semana, em Manaus.

    De acordo com a assessoria, desde segunda-feira (5), são levadas cinco internas por dia à Policlínica da Codajás, que presta apoio ao projeto cedendo seu espaço e material humano.

    A ação acontece por meio do projeto em nível nacional “TransOdara”, do Ministério da Saúde e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

    O projeto tem o objetivo de estimar a prevalência e fatores associados à prevenção e cuidado com a sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), entre travestis e mulheres trans.

    Durante o atendimento, as internas realizam diversos procedimentos médicos como consultas, exames, testes rápidos de sífilis, hepatites B, C e HIV, vacinação contra Hepatite A e B, HPV, e orientação sobre a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição ao HIV) e PEP (Profilaxia Pós-Exposição), caso tenham interesse.

    A coordenadora de saúde da Seap, Alyne Botelho, ressalta o valor da oportunidade única a esse público das unidades prisionais.

    “É uma grande oportunidade que elas estão tendo. Pela primeira vez conseguimos uma parceria que traz tantos benefícios à saúde sexual voltada exclusivamente para esse público, e que vai render desdobramentos, pois vamos fazer o acompanhamento dos exames e do tratamento até o final”, garante Botelho.

    *Em Tempo com informações da assessoria

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