Fonte: OpenWeather

    Gravidez na pandemia


    Pandemia: Ministério da saúde recomenda que mulheres adiem gravidez

    Ele frisou, no entanto, que a orientação é apenas para mulheres jovens

     

    Nesta sexta-feira, o governo federal publicou uma portaria que libera R$ 247 milhões em ações para esta população
    Nesta sexta-feira, o governo federal publicou uma portaria que libera R$ 247 milhões em ações para esta população | Foto: Reprodução

    Por conta da pandemia da Covid-19 no Brasil, o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, recomendou que mulheres jovens interessadas em ter filhos adiem, se possível, o momento da gravidez.

    Ele frisou, no entanto, que a orientação é apenas para mulheres jovens e que têm possibilidade de planejar a gestação.

    “Neste momento do pico pandêmico, pela situação que está acontecendo em alguns locais, caso possível, postergar um pouco a gravidez para um melhor momento em que você possa tê-la de forma mais tranquila. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos. Mas, para uma mulher jovem, que pode escolher o seu momento de gravidez, o mais indicado é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma”

     

    Participaram da entrevista o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, e o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Moreira Cruz. Mesmo com presença confirmada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não participou do eventoArthur Menescal/Especial para o Metrópoles

    Nesta sexta-feira, o governo federal publicou uma portaria que libera R$ 247 milhões em ações para esta população, neste período de pandemia.

    Segundo o secretário, a quantia deve ser usada em ações como a hospedagem e o isolamento de gestantes que não têm condições de praticar distanciamento social, e o encaminhamento dessas mulheres ao pré-natal odontológico.

    *Metrópoles

    Leia mais:

    Ganho excessivo de peso durante gravidez aumenta riscos

    Mais de 150 mulheres sofreram violência obstétrica no AM, diz ONG