Fonte: OpenWeather

    Covid-19


    Grávidas são incluídas no grupo prioritário de vacinação

    Coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde argumentou que medida foi tomada em razão da situação preocupante da pandemia no Brasil

     

    governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades em grupo de vacinação especial
    governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades em grupo de vacinação especial | Foto: Divulgação/Fiocruz

    Em audiência na Câmara dos Deputados para debater a situação das vacinas no país, a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, Franciele Francinato disse que grávidas e puérperas (mulheres no período pós-parto)  têm risco maior de hospitalização por covid-19

    Além disso, devido à situação preocupante da pandemia no Brasil, a pasta decidiu incluir esta categoria no grupo prioritário para receber a vacina contra a covid-19,

    Em audiência na Câmara dos Deputados para debater a situação das vacinas no país, a coordenadora disse que a medida foi tomada em razão da situação preocupante da pandemia no Brasil e visto que grávidas e puérperas têm risco maior de hospitalização por covid-19.

    "A vacinação deve começar a partir do dia 13 de maio", informou.

     

    Em 15 de março, o governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades. De acordo com Franciele, uma nota técnica foi encaminhada na segunda-feira (26) aos secretários estaduais de Saúde, com as novas orientações.

    “Nossa indicação é que, nesse momento, vamos alterar um pouco a recomendação da OMS [Organização Mundial de Saúde] que hoje indica a vacinação, de acordo com o custo x benefício. Mas, hoje, o risco de não vacinar gestantes no país já justifica a inclusão desse grupo para se tornar um grupo de vacinação nesse momento”, afirmou.

     

    Apesar da mudança, de acordo com a pasta, em um primeiro momento, devem ser vacinadas as grávidas com doenças pré-existentes. De acordo com a coordenadora, serão usados as vacinas Coronavac, AstraZeneca e da Pfizer.

    Neste caso, o primeiro lote de entregas do imunizante deve chegar na próxima quinta-feira (29) e 1,3 milhão de doses serão distribuídos para utilização nas capitais.

    Franciele disse que a medida foi tomada devido a necessidade de armazenagem das vacinas. Para manter a estabilidade do material, a vacina precisa ficar armazenada em temperaturas de -90° a -60°, por até seis meses.

    No caso das capitais, as doses serão encaminhadas aos centros que podem manter o imunizante em temperaturas de -20° pelo período de sete dias.

    “Para a aplicação, a vacina pode ficar em temperatura de geladeira, de até 8°, por até cinco dias”, afirmou.

     

    * Com informações da Agência Brasil


    Leia Mais:


    Mais de 800 mil pessoas já foram vacinadas no AM até esta segunda (26)

    Pacheco apresenta a ministro da Saúde projetos para vacinação

    EUA vão repassar 60 milhões de doses da vacina de Oxford