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    VACINAÇÃO


    Estudo aponta que vacinação reduz pela metade o risco de Covid-19

    Estudo britânico mostra ainda que as duas doses de imunizantes contra o coronavírus diminuíram em 73% o risco de hospitalização

     

    Adultos vacinados têm 49% menos probabilidade de ter Covid-19 longa
    Adultos vacinados têm 49% menos probabilidade de ter Covid-19 longa | Foto: Jonathan Campos/AEN

    Um estudo realizado pela King's College de Londres, no Reino Unido descobriu que o risco de um adulto ter Covid-19 persistente — quando os sintomas perduram por mais tempo — cai pela metade com o esquema vacinal completo.

    Além disso, a aplicação completa das doses reduz em 73% a probabilidade de hospitalização.

      Os pesquisadores analisaram os dados de 1.240.009 pessoas que tomaram a primeira dose de alguma vacina contra o coronavírus, das quais 971.504 haviam recebido também a segunda injeção.  

    Os participantes registraram eventuais sintomas, testes e o esquema vacinal em um aplicativo que mensura os impactos da Covid-19 no Reino Unido.

    Indivíduos não imunizados também foram acompanhados para servir como um grupo de controle. 

    Conclusão

    O surgimento de sintomas em adultos completamente vacinados era menos frequente. Além disso, quando apareciam, esses sinais tendiam a ser mais leves e a desaparecer rapidamente.

    Isso significa que, mesmo se a pessoa desenvolver a Covid-19 após a imunização, muito dificilmente sofrerá com suas consequências de mais longo prazo. 

      Os resultados do estudo, publicados no período científico The Lancet Infectious Diseases, confirmam que o esquema vacinal completo aumenta a resposta imune do organismo contra o Sars-CoV-2, afastando casos graves, sintomas duradouros, hospitalizações e novos óbitos.  

    No entanto, o artigo inglês faz um alerta a pessoas mais sujeitas a complicações do coronavírus, como os idosos.

    A idade, aliada a certas condições de saúde, aumenta em até duas vezes a probabilidade de se infectar e adoecer, mesmo após a vacinação.

    Os pesquisadores sugerem elaborar estratégias específicas para esses públicos, entre elas uma dose de reforço e o controle da disseminação do vírus na comunidade.

    *Com informações da assessoria 

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