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Manifestação

Grupos a favor e contra a obrigatoriedade da vacina na volta às aulas protestam na CMM

Na Câmara, estava sendo realizada a abertura das atividades parlamentares de 2022

Grupos discutindo em frente a CMM
Grupos discutindo em frente a CMM

Manaus (AM) – Manifestantes se reuniram em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta quarta-feira (2), para defender opiniões diante da exigência da vacina para a volta às aulas nas escolas municipais de Manaus.

 Na Câmara, estava sendo realizada a abertura das atividades parlamentares de 2022. Em um determinado momento, os grupos, a favor e contra, bateram boca.

Desde cedo, manifestantes, que se declarararam contra a obrigatoriedade da vacina infantil, já estavam reunidos em frente ao prédio.

O grupo com cerca de 15 pessoas utilizava um carro de som para chamar a atenção daqueles que passavam aos arredores da Avenida Padre Agostinho Caballero Martin.

Após a cerimônia, uma parte do grupo se reuniu no pátio da Câmara, onde foi iniciada uma discussão com os manifestantes que se posicionavam a favor da exigência da vacina para os estudantes. O bate-boca foi acalorado e contou com a supervisão dos seguranças do prédio.

Durante a coletiva de imprensa, o prefeito David Almeida (Avante) foi questionado sobre a manifestação. Ele salientou que Manaus foi uma das cidades mais afetadas, em escala mundial, pela pandemia e que fará o necessário para manter a saúde da população.

“Não queremos fazer cavalo de batalha, queremos proteger as crianças. Imagine, de 5 a 11 anos são 153 mil crianças que estão dentro das salas de aula da prefeitura, dessas só 12 mil estão vacinadas . A questão da vacina se politizou em um assunto científico, infelizmente. Estou fazendo só o meu dever, o que a ciência me diz”, disse.

O prefeito afirmou que é responsabilidade dos pais a vacinação e que a decisão é fruto da racionalidade e responsabilidade pela segurança da cidade.

“Podem falar, podem criticar, mas eu vou trabalhar para proteger as crianças. Manaus não vai mais passar pelo que passou no passado (crise no sistema de saúde devido a pandemia) ”, finalizou David Almeida.

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