O empresário Edilson Rufino de Jesus, dono da rede Baratão da Carne, sofreu um assalto em um haras de sua propriedade, localizado no Tarumã, Zona Oeste de Manaus. As informações começaram a circular nesta terça-feira (25), mas a Polícia Civil ainda não confirmou a data da ocorrência.
Segundo informações apuradas pela reportagem, os criminosos teriam levado um cordão de brilhantes avaliado em aproximadamente R$ 500 mil. Além disso, Edilson teria realizado duas transferências via Pix durante a ação, nos valores de R$ 98 mil e R$ 2 mil. Juntas, as transações chegariam a R$ 100 mil.
A reportagem também recebeu relatos sobre possíveis ferimentos no empresário durante o assalto. No entanto, nenhuma autoridade confirmou essa informação até o momento.
Relatos
Outro relato aponta que um segurança teria sofrido uma agressão durante o crime. Entretanto, a reportagem ainda não conseguiu confirmar essa informação.
Por outro lado, uma pessoa ligada ao estabelecimento disse à reportagem que o assalto teria acontecido na manhã de segunda-feira (24) e confirmou os valores das transferências. A fonte, porém, negou que Edilson tenha sofrido uma facada e informou que não poderia fornecer outros detalhes sobre o caso.
Polícia investiga
O caso teria chegado à Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD).
Até o momento, a polícia não divulgou informações sobre a identidade dos suspeitos ou possíveis prisões.
Para esclarecer o caso, o EM TEMPO procurou a Polícia Civil do Amazonas. A equipe pediu confirmação sobre o assalto, a data da ocorrência, os valores envolvidos, o possível roubo do cordão e os relatos de ferimentos.
Até a publicação, a corporação não havia enviado resposta.
A reportagem também procurou o Baratão da Carne para obter um posicionamento sobre o caso. O espaço permanece aberto para manifestação.
Quem é Edilson Rufino
Edilson Rufino é empresário e proprietário da rede Baratão da Carne. O empresário ganhou notoriedade em Manaus também pela festa de 50 anos, realizada em novembro de 2022, que teve show de Wesley Safadão e chamou atenção pelo alto valor da comemoração. Reportagens da época apontaram custo superior a R$ 1 milhão.
Em 2023, Rufino também passou a ser citado em uma investigação do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Na ocasião, o órgão abriu procedimento para apurar possíveis irregularidades no funcionamento da unidade de beneficiamento de carnes e produtos cárneos do Baratão da Carne. A apuração envolvia questões relacionadas ao Código de Defesa do Consumidor, como direito à informação e possíveis práticas comerciais desleais.
A investigação de 2023 não apresentou, nas informações consultadas, uma conclusão que permita afirmar que a empresa cometeu as irregularidades investigadas. Em nota divulgada na época, o Baratão da Carne afirmou cumprir as normas de saúde, segurança e defesa do consumidor e disse confiar na comprovação de sua idoneidade.
