Após o início da greve dos ônibus em Manaus, a Prefeitura afirmou nesta segunda-feira (20) que não possui débitos com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).

Segundo o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), os pagamentos previstos para 2026 estão em dia. Além disso, o órgão informou que acompanha a paralisação e busca manter o transporte coletivo funcionando.

Prefeitura nega pendências com Sinetram

Em nota, o município afirmou que não existem valores em aberto com as empresas de ônibus. De acordo com a prefeitura, as obrigações financeiras estão sendo cumpridas regularmente.

“A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), esclarece que não possui débitos pendentes do ano de 2026 junto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), estando suas obrigações financeiras regularmente executadas para o ano corrente”, informou.

Além disso, a gestão municipal disse que trabalha para reduzir os impactos da greve aos passageiros.

Município mantém diálogo

A prefeitura afirmou ainda que segue em diálogo com representantes dos trabalhadores e das empresas.

Segundo o município, o objetivo é buscar uma solução para o impasse e garantir a continuidade do serviço de transporte coletivo.

“A prefeitura reafirma seu compromisso com a manutenção e o pleno funcionamento do sistema de transporte coletivo urbano, adotando as medidas necessárias para assegurar a continuidade da prestação do serviço e o atendimento à população manauara”, destacou.

Greve começou nesta segunda-feira

A paralisação dos ônibus começou nesta segunda-feira (20), por volta das 13h30. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus anunciou greve de 100% da categoria.

Os primeiros pontos de parada ocorreram na região central, nas proximidades das plataformas, do Terminal 1 (T1) e do Terminal da Matriz.

Durante coletiva, o presidente do sindicato, Givancir Oliveira, afirmou que a greve não envolve apenas salários atrasados. Além disso, ele apresentou outras reivindicações, como melhorias nos terminais, pagamento de horas extras e criação de auxílio-creche.

Por outro lado, o Sinetram informou que foi surpreendido pela paralisação. A entidade também afirmou que adotará medidas judiciais para tentar retomar o serviço.

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