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Nada de gols

Em Arena da Amazônia lotada, Guarani e Vasco empatam em 0 a 0

Com o resultado, o Vasco permaneceu dentro do G4 da Série B. O Guarani, por sua vez, continua na zona do rebaixamento

Guarani e Vasco não saíram do zero. Foto: Daniel Ramalho/CRVG

Manaus (AM) – Diante de mais de 33 mil pessoas, Guarani e Vasco não saíram do zero na Arena da Amazônia. Em confronto válido pela oitava rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, as equipes empataram em 0 a 0 e levaram um ponto para casa.

Com o empate, o Cruzmaltino permanece no G4 da Segundona, na 3ª colocação, com 14 pontos, mas perdeu a oportunidade de dormir no topo. Já o Bugre, mandante da partida, perdeu a oportunidade de dar um respiro na luta contra o rebaixamento à Série C e continuou na 17ª colocação, com oito pontos.

Na próxima rodada, o Vasco da Gama recebe o Brusque, na quinta-feira (26), em São Januário. Também pela nona rodada, mas no outro sábado (28), o Guarani visita o Sampaio Corrêa, no Maranhão.

Esta foi a nona vez em que o Vasco jogou na Arena da Amazônia. Em jogos oficiais, o clube ainda não foi derrotado no principal palco de Manaus. Na Série B de 2022, entretanto, o Cruzmaltino não sabe o que é vencer jogando como visitante. Em quatro jogos, foram quatro empates.

Nada de gols

O primeiro tempo terminou com o time do Vasco indo para o vestiário sob um misto de vaias e aplausos. O melhor do Cruzmaltino foi o goleiro Thiago Fernandes, que fez três defesas difíceis, mantendo um placar zerado.

O goleiro Thiago Fernandes foi o jogador mais exaltado pela torcida do Vasco da Gama. Foto: Daniel Ramalho/CRVG

A primeira grande chance do jogo foi do Guarani. Mandante do jogo, mas enfrentando uma barulhenta torcida, o Bugre chegou com Júlio César, que acertou um belo chute com a bola no alto. O goleiro Thiago salvou a pátria do Cruzmaltino.

O ‘quase gol’ do Vasco veio somente aos 35 minutos de jogo. Em levantamento na área, Figueiredo escorou, a bola cruzou a frente do goleiro Kozlinski e Gabriel Dias cabeceou tirando tinta da trave.

Se essa cabeçada passou perto, quatro minutos depois o Guarani teve a chance, também pelo alto, em um bate-rebate na área cruzmaltina. Primeiro, Giovanni Augusto parou na trave; na sequência, o goleiro Thiago Rodrigues salvou mais uma vez.

Pressão para marcar

Para o segundo tempo, o técnico Zé Ricardo tirou o volante Juninho e colocou Matheus Barbosa. A mexida surtiu efeito e logo aos 3 minutos, Figueiredo quase marcou, assim como na vitória contra o Bahia, no último domingo (15).

Formado no clube, Gabriel Pec teve ótima chance para marcar de cabeça. Foto: Daniel Ramalho/CRVG

Diferente do primeiro tempo, foi o Vasco quem teve as melhores chances na segunda etapa. Pelo alto, o time de Zé Ricardo chegava com perigo. Aos 38 minutos, o incisivo Gabriel Pec recebeu belo cruzamento, mas parou no goleiro do Bugre.

Mesmo com cinco minutos de acréscimos, o Cruzmaltino não conseguiu marcar. O atacante Getúlio, que entrou no lugar de Raniel, ainda teve duas chances, pelo alto, mas as cabeçadas não tiveram endereço certo. Após o apito final, a torcida amazonense, que apoiou e cantou durante todo o jogo, protestou com vaias.

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