O Brasil possui aproximadamente 14 milhões de corredores, 11 milhões de nadadores e 40 milhões de ciclistas, segundo dados da Ticket Sports. Os números mostram o interesse dos brasileiros por modalidades como meia maratona, maratona e triathlon.
No entanto, conciliar trabalho, família e treinos exige planejamento. Quem pretende competir precisa considerar o desempenho desejado, o tempo disponível, o condicionamento físico e a capacidade de recuperação.
Segundo Carlos Medeiros, ex-atleta profissional e personal trainer da Bodytech Ponta Negra, o primeiro passo consiste em entender as exigências da modalidade e as características de cada atleta.
“A rotina deve ser montada a partir das demandas do esporte e das necessidades individuais do atleta. Avaliamos nível de condicionamento, histórico, objetivo, disponibilidade e possíveis limitações. A partir disso, organizamos treinamento específico, musculação, condicionamento e recuperação”, explica.
Planejamento dos treinos
De acordo com o personal, o aumento da distância e do nível de desempenho exige ainda mais atenção. Nesse caso, o atleta precisa controlar as cargas e respeitar os períodos de recuperação.
Além disso, a musculação tem papel importante na preparação. Segundo Carlos Medeiros, ela ajuda a dar suporte ao aumento do volume de corrida e melhora a capacidade do corpo para lidar com as exigências do esporte.
Para evitar sobrecarga, o profissional recomenda que o atleta não aumente distância ou intensidade sem planejamento. Por isso, o treinamento específico deve caminhar junto com musculação, alimentação adequada, hidratação e sono.
“Ao elevar o volume de treinamento, é de extrema importância que a qualidade da recuperação aumente também. Caso contrário, as chances de uma lesão em médio ou curto prazo se tornam maiores”, alerta.
Rotina do atleta amador
Outro cuidado envolve a tentativa de reproduzir a rotina de um atleta profissional. Afinal, o atleta amador precisa conciliar treinos com trabalho, família, sono e estresse.
Esses fatores interferem diretamente na recuperação. Além disso, dores persistentes e sinais de fadiga exigem atenção. O atleta também deve observar os aspectos emocionais relacionados à busca por desempenho.
“Um dos maiores erros é querer treinar como atleta profissional tendo uma rotina de categoria amador. A cobrança pelo alto rendimento no amadorismo tem sido cada vez maior, e isso pode levar a uma falsa percepção de saúde. O alto rendimento leva o corpo e a mente a limites que precisam de muita atenção profissional. Por isso, controlar o volume de treinamento, a recuperação e a alimentação, além de contar com acompanhamento profissional, é de suma importância”, afirma.
Estrutura para preparação
Para Carlos Medeiros, a estrutura disponível também ajuda a organizar a preparação. Nesse sentido, a Bodytech Ponta Negra reúne espaços e equipamentos para diferentes etapas do treinamento.
O local oferece musculação, treinamento cardiovascular, aulas de bike indoor, atividades de mobilidade e alongamento. Além disso, conta com spa, sauna, massagens e acompanhamento de profissionais de Educação Física e Personal Trainers.
“A Bodytech Ponta Negra oferece uma estrutura que permite complementar muito bem a preparação esportiva, com musculação, treinamento cardiovascular, aulas de bike indoor, atividades de mobilidade e alongamento, além de spa com sauna e massagens e acompanhamento de profissionais de Educação Física e Personal Trainers. Isso possibilita organizar força, condicionamento e recuperação dentro de um só local, facilitando a rotina de preparação”, destaca.
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