O nome de Luciana Gimenez voltou ao centro das discussões nas redes sociais depois que ela apareceu em documentos oficiais ligados ao caso Jeffrey Epstein, recentemente divulgados pelas autoridades dos Estados Unidos.
Esses registros fazem parte de um grande conjunto de arquivos públicos do Departamento de Justiça americano, que incluem extratos financeiros, contatos e comunicações relacionados ao empresário condenado por crimes sexuais.
Entre os documentos, os extratos bancários mostram transferências atribuídas a Epstein e enviadas à apresentadora brasileira ao longo de diferentes anos, somando valores de até $12 milhões.
Além disso, as datas chamaram atenção por abranger períodos distintos, incluindo momentos próximos à prisão definitiva do empresário.
Análise e repercussão das transferências
A criadora de conteúdo Belyks destacou que a última transferência teria ocorrido meses antes da detenção de Epstein. No entanto, os documentos não explicam a finalidade dos valores nem fornecem conclusões sobre a natureza das transações.
Além disso, não há indícios de que Luciana Gimenez mantivesse empresas de agenciamento artístico ou de modelos que justificassem formalmente essas transferências, o que gerou especulações entre internautas.
Outros nomes citados e contatos registrados
Além de Luciana, os arquivos mencionam figuras conhecidas, como Mick Jagger, pai de um dos filhos da apresentadora.
O conjunto de documentos também registra tentativas de comunicação envolvendo pessoas do círculo de Epstein, incluindo contatos com figuras públicas, sem detalhar o teor dessas interações ou estabelecer qualquer envolvimento direto em crimes.
Repercussão do caso Epstein e investigações
Jeffrey Epstein também foi condenado por crimes sexuais e voltou a ser preso anos depois, em um caso que ganhou repercussão global.
Desde então, cada nova liberação de documentos desperta interesse público, reacendendo debates sobre a extensão de sua rede de contatos e suas movimentações financeiras.
Até o momento, a assessoria de Luciana Gimenez não se pronunciou sobre os arquivos que tornaram-se públicos.
(*) Com informações do Metrópoles
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