O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou estabilidade clínica e melhora da função renal, mas registrou nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue, segundo boletim médico divulgado neste domingo pelo Hospital DF Star, em **Brasília>.

De acordo com os médicos, a alteração levou à ampliação da cobertura de antibióticos no tratamento da pneumonia causada por broncoaspiração.

“Evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos”, informou o boletim.

Ex-presidente segue na UTI

Ainda segundo a equipe médica, Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, neste momento, não há previsão de alta hospitalar.

O boletim informa também que houve intensificação da fisioterapia respiratória e motora como parte do tratamento.

O documento é assinado pelos médicos Claudio Birolini, Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do coordenador da UTI do hospital, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr., e do diretor-geral da unidade, Allisson B. Barcelos Borges.

Bolsonaro foi internado após passar mal

O ex-presidente foi internado na manhã de sexta-feira após passar mal durante a madrugada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, em Brasília.

Ele chegou ao hospital com suporte de oxigênio devido à baixa saturação, além de apresentar febre, dor de cabeça e calafrios.

Segundo registros da equipe médica do batalhão, Bolsonaro estava bem na noite anterior, mas iniciou uma crise de soluços. Durante a madrugada, o quadro evoluiu para náuseas e tremores, levando ao encaminhamento para atendimento hospitalar.

Família pede prisão domiciliar

O estado de saúde do ex-presidente reacendeu pedidos da família para que ele cumpra prisão em regime domiciliar.

O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o pai precisa de acompanhamento constante e defendeu a transferência para casa.

“Bolsonaro precisa de acompanhamento constante. Os remédios que ele toma, somados às consequências da facada, exigem um cuidado mais que redobrado com a saúde”, declarou o parlamentar nas redes sociais.

*Com informaçõs do Extra

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