Novas Concessões de Direito Real de Uso (CDRUs) para operações da Petrobras na província de Urucu, em Coari, devem viabilizar investimentos superiores a US$ 500 milhões e gerar mais de 3 mil empregos diretos e indiretos no estado do Amazonas.

O anúncio foi destacado pelo pré-candidato ao Senado Wilson Lima, que afirmou que as medidas fazem parte de um processo iniciado durante sua gestão no governo estadual, com foco na regularização de áreas estratégicas para exploração de petróleo e gás.

Concessões garantem segurança jurídica para investimentos

As novas concessões foram assinadas nesta semana e asseguram tanto a continuidade de operações já existentes quanto a abertura de novas frentes de exploração na região.

Segundo o planejamento, a estatal Petrobras poderá ampliar suas atividades com a perfuração de novos poços, fortalecendo a produção de petróleo e gás natural no estado.

As CDRUs são instrumentos que autorizam o uso de áreas públicas sem transferência de propriedade, garantindo segurança jurídica aos empreendimentos e reduzindo riscos de conflitos fundiários.

Projetos preveem perfuração de 22 poços

A Petrobras prevê a perfuração de 22 novos poços nos próximos anos em Urucu, em um movimento considerado estratégico para manutenção da produção e descoberta de novas reservas.

Uma das concessões, chamada LOC 2, complementa uma área já regularizada. A outra, denominada ARP, autoriza a exploração de uma nova área voltada à busca de reservas de petróleo e gás natural.

Investimentos retomam expansão na região após mais de uma década

A retomada das perfurações em Urucu ocorre após mais de dez anos sem investimentos de grande porte na região. A expectativa é que o novo ciclo impulsione a economia local e amplie a geração de empregos.

Para Wilson Lima, a iniciativa reforça o potencial econômico do Amazonas e demonstra a capacidade do estado de atrair investimentos em diferentes setores.

“Temos trabalhado para criar um ambiente favorável aos investimentos e mostrar que o Amazonas possui enorme potencial econômico”, afirmou.

Desenvolvimento econômico e sustentabilidade

O ex-governador destacou ainda que o avanço das atividades em Urucu deve ocorrer com responsabilidade ambiental, conciliando crescimento econômico e preservação da floresta amazônica.

“O que estamos vendo agora é a continuidade de um trabalho que começou lá atrás, com diálogo, planejamento e segurança jurídica para quem quer investir no Amazonas”, disse.

*Com informações da assessoria

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