A escola de samba Acadêmicos de Niterói levou para a Sapucaí o tema “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite deste domingo (15/02), durante o desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.

Durante a apresentação, uma alegoria da agremiação chamou atenção e gerou polêmica ao retratar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como o palhaço Bozo, dentro de uma cela.
A Comissão de Frente da Acadêmicos de Niterói encenou momentos marcantes da trajetória política do presidente Lula, desde a chegada ao Palácio do Planalto até a passagem da faixa presidencial para Dilma Rousseff. Em seguida, a escola mostrou Michel Temer “tomando” a faixa de Dilma em uma representação alegórica.
Logo depois, a encenação exibiu Lula sendo preso. Na sequência, Temer entregou a faixa ao palhaço Bozo, personagem popular dos anos 1980, usado como referência ao ex-presidente Bolsonaro.

Posteriormente, o desfile retratou o retorno de Lula ao poder e mostrou o palhaço preso, ao lado do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o desfile, também foram destaques os programas sociais dos governos petistas. Em seguida, um palhaço atrás das grades, em alusão a Bolsonaro.
De acordo com a CNN, Lula acompanhou o desfile direto da Marquês de Sapucaí, no camarote do Executivo municipal, ao lado do prefeito Eduardo Paes (PSD), ministros e aliados.
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