O senador Omar Aziz (PSD), pré-candidato ao governo do Amazonas, propõe integrar ações de segurança pública com estratégias de reabilitação social para reduzir a criminalidade no estado. Caso seja eleito, ele afirma que pretende reativar programas como Ronda no Bairro, Jovem Cidadão e Galera Nota 10.

Aziz apresentou as propostas durante entrevista a um programa de rádio nesta quinta-feira (19).

Segundo o senador, é necessário reforçar o efetivo da segurança pública. No entanto, ele destaca que o combate à violência também exige atenção ao contexto social, especialmente entre jovens. Por isso, defende a retomada de iniciativas voltadas à inclusão social.

“Quando fui secretário de Segurança Pública do estado, víamos centenas de ‘galeras’ espalhadas por Manaus e muitos jovens sem alternativa. Foi quando nasceu o Galera Nota 10, pensado para prevenir, acolher e dar caminho aos adolescentes e jovens que precisavam de oportunidade, não de repressão”, disse. “Hoje, é preciso combater as facções”, completou.

Retomada de programas sociais

Aziz afirma que pretende reativar projetos voltados à juventude. Segundo ele, essas ações ajudam a prevenir a violência ao oferecer alternativas para jovens em situação de vulnerabilidade.

Além disso, o pré-candidato cita o programa Ronda no Bairro como parte da estratégia de reforço na segurança ostensiva.

Integração entre segurança e inclusão social

Para Aziz, a redução da criminalidade depende de ações integradas. Ou seja, além do policiamento, o investimento em políticas públicas voltadas à juventude é parte da estratégia.

Dessa forma, ele defende que programas sociais e segurança pública atuem de forma conjunta para enfrentar a violência no Amazonas.

Cidade Universitária em Iranduba

O senador também afirmou que, se eleito, pretende retomar e concluir as obras da Cidade Universitária da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em Iranduba.

O projeto prevê a construção de um complexo com hospedagem para estudantes do interior, além de espaços comerciais e turísticos. As obras estão paradas desde 2017.

“O local terá dois mil apartamentos. Tinha dinheiro e não concluíram as obras por maldade. Penso nas gerações futuras”, afirmou o senador.