Justiça de São Paulo aceitou denúncia do Ministério Público e colocou a influenciadora entre os réus de investigação sobre lavagem de dinheiro e organização criminosa.
De acordo com a Corte Italiana, atuação de Moraes em diferentes etapas do caso poderia contrariar princípios ligados à independência e à imparcialidade judicial.
Mãe do menino acompanhou a leitura da sentença que reconheceu sua responsabilidade por omissão, mas afastou a aplicação de pena pelo homicídio culposo.
Após cinco dias de julgamento, Justiça condenou Gil Romero, apontado como mandante do crime, a 63 anos de prisão. Comparsa recebeu pena de 17 anos e 8 meses.