Manaus (AM) – Dois homens foram presos por maus-tratos a animais durante a Operação Arca da Aliança, realizada entre quinta e sexta-feira (26 e 27/03) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), com apoio da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e da Força Nacional.

Os suspeitos têm 27 e 39 anos e foram alvos de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada em Meio Ambiente e Urbanismo (Dema).

Homem é preso por agredir gato em condomínio

O homem de 39 anos foi preso em Brasília. Ele é investigado por agredir um gato no dia 13 de janeiro, em um condomínio no Distrito Industrial I, zona sul de Manaus.

Câmeras de segurança registraram o crime. As imagens mostram o suspeito agredindo o animal com socos, tapas e arremessos contra um muro. O caso teve grande repercussão nas redes sociais.

Após o crime, o homem seguiu para o aeroporto de Manaus. Como não tinha a caixa adequada para transporte, abandonou o gato no local. Posteriormente, o animal retornou à residência do agressor.

A Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet) resgatou a gata, junto com outro felino. Ambos foram atendidos no Hospital Público Veterinário do Amazonas (HPVet-AM), receberam cuidados e foram adotados.

Cadela é atacada com chave de fenda na zona oeste

No segundo caso, um homem de 27 anos foi preso em Manaus por atacar uma cadela com uma chave de fenda.

O crime ocorreu no dia 2 de janeiro, no bairro Santo Antônio, zona oeste da capital. Segundo a polícia, o suspeito aproveitou a ausência da tutora para cometer a agressão.

A cadela foi encontrada horas depois, gravemente ferida, em via pública, a alguns quilômetros do local. O animal foi resgatado, passou por cirurgia e sobreviveu.

Em depoimento, o agressor afirmou que teria sido mordido. No entanto, um laudo comportamental indicou que a cadela não possui histórico de agressividade.

Suspeitos permanecem à disposição da Justiça

Os dois homens responderão por maus-tratos a animais e permanecem à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que crimes contra animais são passíveis de punição e destaca a importância das denúncias para combater esse tipo de prática.

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