A presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, recebeu R$ 709 mil em salários em 2025, segundo dados divulgados no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A magistrada aposentada ganhou repercussão ao afirmar que desembargadores “mal têm um lanche” ao defender pagamentos extras no Judiciário, o chamado ‘pendurichalhos’. No entanto, os números mostram que, somente neste ano, ela acumulou rendimento médio mensal superior a R$ 59 mil.
Cláudia é juíza aposentada do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1). No painel público do CNJ, também consta que ela aparece como isenta de Imposto de Renda , benefício que a legislação prevê em situações específicas, como em casos de doenças graves.
Tema dos “penduricalhos” está no STF
Os chamados “penduricalhos”, que são verbas extras pagas a magistrados, estão no centro de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderam pagamentos que ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46.366,19.
O julgamento foi iniciado, mas ainda não houve decisão final. O presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou que o tema precisa de uma definição rápida.
Leia mais
Vale-transporte passa a custar R$ 5 a partir de hoje em Manaus
