A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão de um novo nome entre as pessoas autorizadas a acompanhá-lo durante a prisão domiciliar.

O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, e solicita que Carlos Eduardo Antunes Torres, irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, atue como cuidador do ex-presidente.

Prisão domiciliar e estado de saúde

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por 90 dias desde o fim de março. A decisão de Alexandre de Moraes considerou o quadro de saúde do ex-presidente, diagnosticado com broncopneumonia bilateral.

Atualmente, apenas familiares próximos — como Michelle Bolsonaro, a filha e a enteada —, além da equipe médica, podem frequentar a residência, localizada no Jardim Botânico.

Defesa alega necessidade de acompanhamento contínuo

Na solicitação, os advogados afirmam que o ex-presidente precisa de acompanhamento contínuo. Além disso, argumentam que Michelle Bolsonaro não consegue permanecer integralmente ao lado do marido devido a compromissos pessoais e profissionais.

A defesa também informa que Carlos Eduardo Antunes Torres já prestou assistência em outras ocasiões. Por isso, pede que ele seja autorizado a acessar a residência sempre que necessário, sem necessidade de autorização prévia da Justiça.

(*) Com informações da CNN Brasil