O segundo vice-presidente do União Brasil no Amazonas, Marcellus Campêlo, defende a ampliação de políticas integradas para reduzir o déficit habitacional e promover desenvolvimento urbano sustentável no estado.
Moradia deve vir acompanhada de infraestrutura
Campêlo afirma que a construção de residenciais precisa estar associada à oferta de serviços públicos essenciais. Segundo ele, essa integração contribui para melhorar a qualidade de vida e reduzir o déficit habitacional, estimado em cerca de 120 mil moradias apenas em Manaus.
“Quando um conjunto habitacional é construído para famílias em situação de vulnerabilidade social, todas as outras políticas públicas devem ser pensadas para vir junto, no bojo dessa ação. As áreas devem contar com abastecimento de água e rede de esgoto, importantes para a redução de doenças, ruas asfaltadas, acesso a unidades de saúde, escolas, limpeza pública, transporte, entre outras. Ruas asfaltadas e iluminadas facilitam, por exemplo, o trabalho de ronda policial, garantindo mais segurança”, explica.
Atuação em programas habitacionais e urbanos
Campêlo atuou até o fim de março como secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (SEDURB Amazonas) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE Amazonas). Ele deixou os cargos para se colocar como pré-candidato a deputado estadual.
Segundo ele, os órgãos atuaram em projetos de habitação, saneamento básico e mobilidade urbana. Entre as iniciativas estão o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (PROSAMIM+) e o Programa de Saneamento Integrado (PROSAI), executado em Maués e Parintins.
Programas habitacionais no Amazonas
Nos últimos anos, o governo estadual priorizou a construção de moradias em áreas integradas à infraestrutura urbana. Campêlo afirma que essa estratégia contribui para reduzir o déficit habitacional e melhorar a qualidade de vida da população.
Resultados do programa Amazonas Meu Lar
O combate ao déficit habitacional ocorreu em diferentes frentes, segundo Campêlo. Pelo programa Amazonas Meu Lar, mais de 31 mil famílias foram atendidas.
Do total, cerca de 22 mil famílias receberam regularização fundiária e mais de 9,2 mil foram contempladas com soluções de moradia, como construção de unidades habitacionais, indenizações e bônus moradia.
Acesso à casa própria e habitação federal
Campêlo destaca ainda o subsídio estadual para entrada de imóveis financiados pelo programa federal Minha Casa Minha Vida. Segundo ele, mais de 2,7 mil famílias foram beneficiadas.
Impacto econômico da construção civil
Ele afirma que o setor habitacional também impulsiona a economia local. “A construção civil gera empregos, movimenta o comércio local e impulsiona diversos setores. Investir em moradia é, portanto, investir no crescimento econômico e na geração de oportunidades para a população”, diz.
Parcerias para ampliar investimentos
Campêlo avalia que o enfrentamento do déficit habitacional depende da articulação entre diferentes setores.
“Parcerias entre o poder público e a iniciativa privada são essenciais para ampliar investimentos e acelerar projetos para garantir a consistência do acesso das pessoas à casa própria”, pontua.
(*) Com informações da assessoria
