Carlos "Esquisito" aproveitava a confiança de atletas para desviar caronas até motéis; ele também é acusado de oferecer menores de idade a patrocinadores em torneios.
Investigado de 55 anos atraía jovens vulneráveis prometendo empregos, viagens e celulares; após os presentes, ele forçava favores sexuais sob ameaças e agressões.
Em um dos casos investigados pela Depca, homem abusou da filha por 4 anos e chegou a atropelar a adolescente de moto após ela descobrir os crimes e denunciá-lo.