Carlos "Esquisito" aproveitava a confiança de atletas para desviar caronas até motéis; ele também é acusado de oferecer menores de idade a patrocinadores em torneios.
Alcenor Alves Soeiro usava a posição de confiança, melatonina e bebidas para cometer os crimes; denúncia coletiva de ex-alunos motivou a Operação Armlock.