Se tem uma queixa que disparou no pós-Covid, tanto em homens quanto em mulheres, foi ela: queda de cabelo. O banho virou cena de terror, o travesseiro entregou provas e o ralo passou a acumular mais fios do que dignidade emocional.
E não, não foi impressão coletiva. Estudos e a prática clínica confirmam: após infecções virais intensas, especialmente a Covid-19, houve aumento expressivo de eflúvio telógeno, aquele tipo de queda difusa que acontece alguns meses depois do estresse biológico. E sim, isso atingiu os dois sexos.
Mas aqui mora um detalhe importante: queda de cabelo não é tudo igual.
A calvície masculina, mais conhecida, segue um padrão clássico: entradas, topo da cabeça e aquela assinatura genética que atravessa gerações.
Já a calvície feminina existe, é real e ainda é subestimada. Ela costuma ser mais silenciosa e cruel: afinamento progressivo dos fios; diminuição do volume e couro cabeludo mais aparente, principalmente na linha central.
Sem entradas dramáticas, mas com impacto emocional enorme. Porque, socialmente, o cabelo da mulher ainda é tratado como símbolo de identidade, poder e autoestima. E perder isso dói. Muito.
A queda capilar raramente é aleatória. Geralmente, ela responde a três grandes grupos de causas:
Emocional: Estresse intenso, ansiedade crônica, luto, sobrecarga mental. O corpo entra em modo sobrevivência e decide que cabelo… não é prioridade.
Genética: Aqui, não há vilão externo. Existe predisposição, sensibilidade hormonal e uma história familiar que pesa.
Nutricional (vamos falar sério sobre isso): O fio de cabelo é tecido vivo. Ele precisa de matéria-prima. E quando falta, ele cai. Simples assim.
Alguns nutrientes são protagonistas quando o assunto é crescimento e fortalecimento capilar: proteínas (cabelo é queratina, uma proteína), ferro, zinco, biotina, vitaminas do complexo B, vitamina D… E aqui vai uma verdade desconfortável: suplementar sem avaliar exames é atirar no escuro. Às vezes o problema não é falta, é má absorção. Ou excesso. Ou desequilíbrio entre nutrientes.
Quando falamos em tratamento de queda, ele sempre aparece: minoxidil. Funciona? Sim. Estimula crescimento? Com certeza. Mas…
O uso oral exige acompanhamento médico rigoroso, pois pode impactar pressão arterial e sistema cardiovascular. Não é bala, não é vitamina e definitivamente não é “inofensivo”.
No uso tópico, segue sendo uma opção válida, mas com limitações: irritações, dependência do uso contínuo e, em mulheres, um efeito colateral que ninguém pediu: crescimento de pelos indesejados. Bigode, costeletas, rosto… Um verdadeiro pacote surpresa que gera mais gastos com depilação do que alegria com cabelo novo.
E é aqui que entra o Bloomè, um composto fitoterápico desenvolvido na Coreia do Sul, país que não brinca quando o assunto é tecnologia capilar. Ele vem ganhando destaque por apresentar estímulo ao crescimento capilar, melhora da densidade dos fios e resultados comparáveis ao minoxidil em muitos protocolos. E o melhor de tudo: sem risco cardiovascular e sem crescimento de pelos em outros lugares. Ou seja, o novo queridinho da K-Beauty é muito mais confortável para mulheres.
Claro, como todo tratamento sério, ele precisa estar inserido em um plano individualizado, considerando causa da queda, exames laboratoriais, estilo de vida e histórico do paciente.
Se o cabelo está caindo, ele está avisando que algo não vai bem. Ignorar não resolve. Copiar tratamento da internet também não. Cada queda tem uma causa. Cada causa pede uma estratégia diferente. Então antes de sair testando tudo o que aparece no Instagram, faça uma avaliação profissional e descubra se o seu caso pede suplemento, tônico, ativo tópico ou uma abordagem sistêmica completa.
Seu cabelo merece mais do que promessas milagrosas.
Ele merece um plano.
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