A trajetória de Chaiany Andrade no BBB26 gerou debates nas redes sociais após a sister afirmar no programa que estaria com o nome sujo por dívidas. Alguns internautas, porém, contestam e dizem que ela vive uma vida confortável. No entanto, o portal LeoDias apurou que a participante não possui dívidas ativas registradas em seu nome.
A apuração envolveu consulta a duas bases de dados de pendências financeiras, nas quais não foram encontrados registros de negativação vinculados ao CPF de Chaiany. Esse resultado contraria o relato da participante, que afirmou ter se endividado, principalmente, por gastos com aplicativos de entrega.
Relato de dificuldades na casa
Dentro da casa, Chaiany contou sobre suas dificuldades financeiras, disse estar desempregada e afirmou depender dos pais para criar a filha pequena. Em diversos momentos, a participante destacou que o prêmio de R$ 5,44 milhões seria essencial para garantir estabilidade financeira à família.
“Meu maior sonho é ter uma estabilidade para criar minha filha, porque eu dependo dos meus pais a vida toda. E é minha maior dor não ter estudado e não ter condições de comprar remédios e fazer o que uma mãe tem que fazer”, disse Chaiany em um dos desabafos exibidos no programa.
Equipe rebate boatos e esclarece a situação
Diante da repercussão, a equipe responsável pelas redes sociais de Chaiany publicou comunicados para rebater boatos sobre suposta riqueza da participante. Segundo os administradores, são falsas as informações de que ela teria fechado contratos publicitários milionários ou entrado no programa com acordos comerciais firmados.
A nota ainda reforça que Chaiany sustenta a família e administra uma pequena empresa construída com esforço próprio, sem grande margem financeira. De acordo com a equipe, parte das acusações surgiu a partir de interpretações distorcidas de imagens antigas e de ataques organizados nas redes sociais.
Além disso, os administradores destacam que não há qualquer investigação judicial envolvendo a participante e pedem responsabilidade na disseminação de informações, lembrando que a internet não é “terra sem lei”.
(*) Com informações do Portal Léo Dias
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