O zagueiro Éder Militão corre risco de ficar fora da Copa do Mundo FIFA 2026 e ampliar os problemas da Seleção Brasileira de Futebol para o torneio. A informação partiu do jornalista Miguel Ángel Díaz, da Rádio COPE.
Segundo a apuração, o defensor do Real Madrid CF voltou a sentir a lesão no bíceps femoral, problema que o afastou dos gramados por quase quatro meses após o diagnóstico em dezembro de 2025.
Além disso, a nova recaída pode levar o jogador a uma cirurgia. Se isso acontecer, Militão deve perder o Mundial, marcado entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.
Real Madrid confirma problema físico
O Real Madrid CF confirmou o retorno de Militão ao departamento médico depois das dores na perna esquerda durante a vitória sobre o Deportivo Alavés, pela La Liga.
Em nota oficial, o clube informou que exames identificaram uma nova lesão muscular no bíceps femoral. No entanto, a equipe não divulgou prazo para recuperação.
Por outro lado, o jornalista Fabrizio Romano afirmou que o zagueiro não deve mais atuar nesta temporada.
Problemas aumentam preocupação na Seleção
A situação de Militão acende um alerta para a comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti. Isso porque a Seleção já convive com outros desfalques importantes.
Primeiramente, Rodrygo deixou a lista após romper o ligamento cruzado anterior e o menisco lateral do joelho direito. Além disso, Estêvão também segue como preocupação.
Dessa forma, o setor ofensivo e defensivo da equipe brasileira pode chegar desfalcado para a disputa do Mundial.
Militão já pensou em encerrar a carreira
Em outubro de 2025, durante a Data Fifa, Éder Militão revelou que cogitou encerrar a carreira após enfrentar uma sequência de lesões graves.
Ao longo do período de recuperação, o zagueiro perdeu 94 partidas pelo Real Madrid CF. Além disso, ele passou por duas cirurgias: uma no joelho esquerdo, em 2023, e outra no joelho direito, em 2024.
“Depois da segunda lesão, muitas coisas passaram pela minha cabeça. Pensei em parar de jogar porque não é fácil, mas com a ajuda da minha esposa, da minha filha e dos meus companheiros, estou aqui hoje. Foram dois anos difíceis, com lesões muito complicadas. Você encara a segunda de forma diferente porque já conhece o processo. Não é fácil lidar com isso. É preciso estar muito ligado à família, a Deus”, disse ele, durante coletiva da Seleção antes de amistoso contra a Seleção da Coreia do Sul de Futebol.
(*) Com informações da CNN Brasil
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