Manaus (AM) – O treinador Carlos Daniel iniciou um novo desafio em 2026 no comando das equipes Sub-17 e Sub-20 do futebol feminino do São Raimundo. Aos 26 anos, o técnico chega ao Tufão da Colina após campanha de destaque pelo Penarol no Campeonato Amazonense Feminino.
Em 2025, Carlos Daniel levou o time de Itacoatiara ao vice-campeonato estadual e garantiu vagas na Copa do Brasil Feminina e no Campeonato Brasileiro Série A3.
Técnico destaca foco na formação de atletas
Segundo Carlos Daniel, o principal objetivo no São Raimundo é fortalecer o processo de formação das jogadoras dentro e fora de campo.
“Chego ao São Raimundo muito motivado para esse novo desafio, com o objetivo principal de desenvolver bem as atletas. Queremos formar jogadoras preparadas, com valores e capazes de evoluir em qualquer ambiente”, afirmou o treinador.
O técnico também ressaltou que a conquista de títulos é consequência de um trabalho sólido na base.
“Quando se trata de um clube grande como o São Raimundo, o título sempre é um objetivo. Mas, na base, ele vem como consequência de um processo bem feito de formação e evolução”, completou.
Pré-temporada integra categorias Sub-17 e Sub-20
O São Raimundo iniciou a pré-temporada na primeira quinzena de março. A comissão técnica integrou os trabalhos das equipes Sub-17 e Sub-20 para otimizar os treinamentos.
Parte das atletas mora no interior do Amazonas, o que exigiu ajustes na programação das atividades. Mesmo assim, Carlos Daniel avaliou o início do trabalho de forma positiva.
“A avaliação é muito positiva. Conseguimos implementar nossa ideia de jogo dentro da realidade que temos, mesmo com desafios como a questão geográfica”, destacou.
São Raimundo busca recuperação no Amazonense Sub-20
Após estrear com derrota por 2 a 0 para o Tarumã no Campeonato Amazonense Sub-20, o São Raimundo volta a campo no próximo domingo (17).
O Tufão da Colina enfrenta o Amazônia no Estádio Ismael Benigno, a Colina, em Manaus. A partida está marcada para às 10h.
Para Carlos Daniel, o grande desafio será equilibrar formação e competitividade nas categorias de base.
“Na base, o trabalho exige mais paciência e uma comunicação mais didática, porque lidamos com atletas em formação”, concluiu o treinador.
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