Manaus (AM) – A deputada estadual Joana Darc (União Brasil) anunciou neste domingo (19) que sofreu uma nova perda gestacional. Em uma publicação nas redes sociais, a parlamentar compartilhou o momento de luto, agradeceu o apoio recebido em ocasiões anteriores e pediu respeito, compreensão e orações para ela e sua família.

Hoje, compartilho com vocês uma dor que tem sido muito difícil de enfrentar. Infelizmente, vivi mais uma perda gestacional. É um momento de profundo luto, de muitas perguntas e de um vazio que as palavras não conseguem explicar. Mas, acima de tudo, escolho confiar que Deus sabe de todas as coisas“, escreveu.

Deputada falou sobre dor e esperança

Na mensagem, Joana Darc afirmou que encontrou força nos relatos de outras mulheres que também enfrentaram perdas gestacionais e destacou a importância do acolhimento nesse momento.

“Depois da primeira perda, fui abraçada por tantas mulheres que também viveram essa mesma dor. Suas histórias me fortaleceram e me mostraram que nenhuma de nós precisa passar por isso sozinha.”

A parlamentar também deixou uma mensagem de apoio para mulheres que passaram pela mesma experiência.

“Se você também enfrenta ou já enfrentou esse momento, receba o meu abraço. Que Deus fortaleça o nosso coração e renove a nossa esperança, um dia de cada vez.”

Agradecimento à família

Joana Darc também agradeceu ao marido, Aldenor Lima, e aos filhos Joaquim e Ana, a quem chamou de seu “porto seguro” durante o momento de dor.

Ao final da publicação, pediu respeito à privacidade da família.

“Neste momento, peço apenas compreensão, respeito e orações. Que Deus nos conceda consolo e siga cuidando da nossa família.”

Seguidores manifestaram apoio

O anúncio gerou grande comoção nas redes sociais. Seguidores, amigos e lideranças políticas deixaram mensagens de solidariedade, desejando força e conforto à deputada e aos familiares.

Segunda perda gestacional

Esta é a segunda perda gestacional anunciada publicamente por Joana Darc. Em fevereiro de 2025, a deputada informou que havia perdido o bebê durante uma gestação de 10 semanas.

Na ocasião, a equipe da parlamentar explicou que a gravidez não evoluiu devido à ausência de batimentos cardíacos do feto, além de outras intercorrências médicas que não foram detalhadas.

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