Juliana da Rocha Pacheco, de 42 anos, está foragida após ser apontada pela polícia como a mandante do assassinato do professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Davi Said Aidar, de 62 anos, ocorrido na noite de 6 de fevereiro de 2026, em um bar localizado no ramal Água Branca, na Rodovia Estadual AM-010.

As investigações apontam que o delito foi executado por três homens encapuzados que chegaram ao local e efetuaram diversos disparos contra a vítima, fugindo em seguida. A motivação do homicídio estaria relacionada a um desentendimento entre a vítima e a mandante do crime, que seria a sua vizinha.

Dinâmica do crime

A principal suspeita de ordenar o homicídio é Juliana da Rocha Pacheco, de 42 anos. Ela teria determinado ao sobrinho, identificado como Lucas Santos de Freitas, de 31 anos, conhecido pelos apelidos “Lucão” e “Magrão”, que reunisse pessoas para executar o professor. Juliana está foragida.

Veja o vídeo;


O Lucas, apontado como o mentor intelectual do crime, foi preso no dia 25 de fevereiro, em via pública no bairro Monte das Oliveiras, zona norte. Ele foi responsável por contratar Antonio Carlos Pinheiro Meireles, de 41 anos, conhecido como “TK”, Emerson Sevalho de Souza, de 26 anos, e Rafael Fernando de Paula Bahia, de 28 anos, para executar a vítima.

Antonio Carlos foi o autor dos disparos. Ele foi preso na terça-feira (03/03), na rua Perimetral Norte, bairro Novo Aleixo, e possui passagens anteriores por homicídio.

Rafael Fernando teria atuado como piloto da motocicleta utilizada para transportar os criminosos e garantir a fuga após a ação criminosa. Ele também foi preso no dia 3, na rua Tanguá, bairro Colônia Terra Nova.

Já Emerson foi preso na quarta-feira (04/03), na rua Santiago, também bairro Colônia Terra Nova. Ele estava na motocicleta com o piloto e deu suporte ao executor durante a ação criminosa.

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