Uma mulher acusada de matar o companheiro depois de flagrá-lo abusando da própria filha foi absolvida pelo Tribunal do Júri de Belo Horizonte, nesta terça-feira (24/03), em Minas Gerais. Os jurados entenderam que ela não cometeu crime, e a juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti decidiu que a denúncia era improcedente. Com isso, a ré, que estava presa desde o ocorrido, foi liberada.

O Ministério Público de Minas Gerais havia acusado a mulher de homicídio qualificado, além de outros crimes, como destruição de cadáver e corrupção de menor, por suposta participação de um adolescente. No entanto, durante o julgamento, todas essas acusações foram rejeitadas pelo conselho de sentença.

Com a decisão, o caso foi encerrado em primeira instância, respeitando o veredito do júri popular.

O crime aconteceu na madrugada de 11 de março de 2025, no bairro Taquaril, na região Leste da capital mineira. Segundo o processo, a mulher reagiu ao ver o companheiro, de 47 anos, estuprando a criança dentro de casa.

De acordo com a acusação inicial, ela teria dado um medicamento ao homem para fazê-lo dormir. Em seguida, o atacou com uma faca e um pedaço de madeira. O documento também apontava que o corpo foi queimado depois, em uma área de mata próxima.

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