A Avon alcança um marco inédito na indústria da beleza ao desenvolver a primeira pele bioimpressa capaz de reproduzir com precisão os efeitos da menopausa. O modelo foi criado em laboratório e simula alterações como perda de colágeno, redução da densidade e ressecamento intenso, características comuns dessa fase da vida.
Tecnologia amplia pesquisa e acelera desenvolvimento de cosméticos
A inovação amplia as possibilidades da pesquisa cosmética ao levar para um ambiente tridimensional um processo biológico ainda pouco explorado. Dessa forma, permite análises mais controladas e aprofundadas. Além disso, acelera o desenvolvimento de produtos mais eficazes e alinhados às necessidades reais da pele feminina.
O projeto foi desenvolvido no Brasil, no Centro de Inovação da marca. Assim, posiciona o país no centro das discussões globais sobre ciência, beleza e longevidade. A tecnologia também reforça o papel da linha Avon Renew, que aposta na democratização da ciência e em soluções para diferentes ciclos da mulher.
Pesquisa avança com foco em menopausa e dados inéditos
O avanço acompanha uma mudança no setor de cosméticos, que passa a tratar a menopausa como uma jornada complexa. Nesse sentido, a Natura, grupo controlador da Avon na América Latina, já havia iniciado o uso da bioimpressão 3D em testes cosméticos. Assim, consolida uma base tecnológica que agora ganha novos desdobramentos.
Além disso, a iniciativa integra um movimento mais amplo de pesquisa sobre o ciclo hormonal feminino. Estudos devem acompanhar mulheres em todo o país. Com isso, serão gerados dados inéditos sobre impactos genéticos, sociais e regionais dessa fase.
Outro ponto relevante é o uso de células de mulheres brasileiras no desenvolvimento do modelo. Isso garante maior precisão e representatividade. Em ambiente controlado, a redução dos níveis hormonais permite reproduzir com fidelidade as condições da menopausa.
Inovação também reforça sustentabilidade na ciência cosmética
Mais do que um avanço tecnológico, a pele bioimpressa contribui para práticas mais sustentáveis na pesquisa cosmética. Além disso, reduz a necessidade de métodos tradicionais de testes. Dessa forma, alinha inovação, ciência e responsabilidade.
O movimento sinaliza um novo momento da indústria. Ele aponta para soluções mais personalizadas, baseadas em dados e cada vez mais conectadas às necessidades reais das mulheres.
