Parintins (AM) – Um professor de 40 anos foi preso preventivamente nesta terça-feira (3), suspeito de cometer estupro de vulnerável contra a própria enteada, atualmente com 15 anos, no município de Parintins, a 369 quilômetros de Manaus. Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), os abusos teriam começado em 2019, quando a vítima tinha apenas oito anos.

A prisão foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Parintins, após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

De acordo com a delegada Marna de Miranda, responsável pelo caso, as investigações começaram em 2024, quando a adolescente, então com 13 anos, procurou o Conselho Tutelar e relatou que sofria violência sexual desde a infância.

Após a denúncia, a vítima foi submetida a exame de corpo de delito, que passou a integrar os procedimentos de investigação.

Investigação começou após denúncia ao Conselho Tutelar

Segundo a delegada, o inquérito policial foi concluído e encaminhado à Justiça ainda em 2024. O mandado de prisão preventiva foi recebido pela unidade policial no dia 29 de outubro deste ano.

“Na época, as investigações foram concluídas, e o inquérito policial foi encaminhado à Justiça. No último dia 29, recebemos o mandado de prisão preventiva, que foi cumprido pela equipe policial após o investigado ser localizado em sua residência, no bairro Santa Rita, na zona urbana do município”, relatou Marna de Miranda.

O suspeito foi localizado em sua residência, no bairro Santa Rita, na área urbana de Parintins, onde os policiais cumpriram a ordem judicial.

Suspeito permanece à disposição da Justiça

Após a prisão, o professor foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.

Ele é investigado pelo crime de estupro de vulnerável, deverá passar por audiência de custódia e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

A identidade da adolescente foi preservada em cumprimento às normas de proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

LEIA MAIS:

Polícia procura quatro suspeitos de estupro coletivo contra adolescente indígena no AM