Um caso grave de violência doméstica em Apuí terminou com a prisão de um homem de 55 anos, acusado de agredir a companheira e ameaçar o filho dela, uma criança de 10 anos, com arma de fogo. A Polícia Civil do Amazonas realizou a prisão preventiva nesta segunda-feira (27), após reunir provas e identificar a gravidade da situação.
Agressão ocorreu por ciúmes e deixou vítima ferida
Segundo o delegado Weslei Silva, o suspeito atacou a companheira, de 39 anos, motivado por ciúmes.
Além disso, ele utilizou um carregador portátil para golpear o rosto da vítima, causando ferimentos graves.
O crime aconteceu dentro da residência da mulher, localizada na zona rural do município.
Suspeito retornou e ameaçou criança com arma de fogo
Após a primeira agressão, o homem deixou o local. No entanto, horas depois, ele voltou e intensificou a violência.
Dessa vez, ele ameaçou de morte o filho da vítima com uma arma de fogo.
Em seguida, fugiu novamente, o que aumentou a preocupação das autoridades e da comunidade.
Vítima pediu ajuda por vídeo em aplicativo
Sem familiares por perto, a mulher encontrou uma forma de pedir socorro.
Ela gravou um vídeo e enviou em um grupo de mensagens instantâneas.
Assim que tomaram conhecimento do caso, os policiais foram até o local e garantiram a proteção das vítimas.
Polícia agiu rápido e garantiu medidas protetivas
Na delegacia, a vítima prestou depoimento e solicitou medidas protetivas.
Diante disso, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do agressor.
Logo depois, a Justiça autorizou a medida.
Homem foi localizado e preso em Apuí
As equipes localizaram o suspeito na avenida Transamazônica, no município de Apuí.
Em seguida, realizaram a prisão e o conduziram à unidade policial.
Agora, ele permanece à disposição do Poder Judiciário.
Caso reforça alerta sobre violência doméstica
O homem responderá pelos crimes de violência doméstica e ameaça com arma de fogo contra criança.
Além disso, o caso de violência doméstica em Apuí evidencia a importância de denunciar agressões e buscar apoio imediato.
Portanto, autoridades reforçam que vítimas devem procurar ajuda e acionar os canais de segurança sempre que possível.
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