Rio de Janeiro (RJ) – A Praia de Copacabana foi palco de um evento histórico no último sábado (2). A cantora Shakira, de 49 anos, levou o projeto “Todo Mundo no Rio” ao delírio, reunindo um público recorde estimado em 2 milhões de pessoas. No entanto, a grandiosidade do espetáculo dividiu as redes sociais entre elogios à performance e críticas ao uso de playback.

Homenagens e encontros de gigantes

A apresentação foi uma versão ampliada da aclamada “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”. Demonstrando sua conexão com o Brasil, a estrela colombiana surpreendeu ao convidar quatro ícones da música nacional para colaborações inéditas no palco:

  • Anitta: Juntas, as “patroas” botaram o público para dançar com o hit “Choka Choka”.
  • Ivete Sangalo: A energia do axé se uniu ao pop latino na clássica “País Tropical”.
  • Caetano Veloso & Maria Bethânia: Em um momento de pura poesia, Shakira cantou “Leãozinho” e o hino “O que é o que é?” ao lado dos irmãos baianos.

Playback gera polêmica na web

Apesar da superprodução, que contou com coreografias impecáveis e efeitos visuais, nem tudo foi consenso. No X (antigo Twitter) e no Instagram, internautas apontaram o uso excessivo de playback durante as músicas mais agitadas.

“A maior apresentação da carreira dela, mas o áudio estava muito na cara que não era ao vivo”, comentou um seguidor. Por outro lado, fãs defenderam a artista: “Shakira é uma performer completa; com aquela dança, o apoio vocal é necessário para manter o ritmo do show”.

Legado no Rio

Críticas à parte, o show consolidou Shakira como uma das poucas artistas internacionais capazes de mobilizar uma multidão dessa magnitude no Brasil. O espetáculo celebrou a resiliência feminina e reafirmou o status da colombiana como a maior artista latina do mundo.

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