Manaus (AM) – Quatro homens foram presos no domingo (29) suspeitos de participação no ataque à residência de um policial militar da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), em Manaus. Três dos investigados foram localizados em um motel na Zona Leste da capital, enquanto o quarto suspeito foi preso em uma residência no bairro Cidade Nova, na Zona Norte.
A operação foi realizada por equipes da Rocam após denúncias e diligências iniciadas logo após a tentativa de invasão à casa do policial, registrada na madrugada de sábado (28). Segundo a corporação, os suspeitos são investigados por envolvimento direto na ação criminosa, que terminou com um dos invasores morto após troca de tiros.
Prisões
De acordo com o tenente Eduardo Melo, da Rocam, as equipes receberam informações sobre o paradeiro dos suspeitos e iniciaram uma operação para localizá-los.
“As equipes se reuniram e nos deslocamos ao local. Conseguimos identificar o quarto onde os indivíduos estavam e, no momento da abordagem, realizamos a prisão”, afirmou o oficial.
Durante a primeira fase da operação, os policiais apreenderam uma arma de fogo e porções de entorpecentes.

Ataque
O caso ocorreu na madrugada de sábado (28), quando criminosos tentaram invadir a residência de um policial militar da Rocam. Houve troca de tiros e um dos suspeitos morreu no local.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia indicam que pelo menos seis pessoas participaram da ação criminosa.
Apreensões
Após as primeiras prisões, os policiais chegaram a uma segunda residência, localizada no conjunto Nossa Senhora de Fátima, após informações repassadas por um dos detidos.
“No local encontramos um indivíduo com outras armas de fogo, incluindo as supostamente utilizadas no atentado contra o policial militar”, disse o tenente Eduardo Melo.
Segundo a Rocam, aproximadamente 20 quilos de entorpecentes foram apreendidos durante a operação.
A corporação também apreendeu dois carros e uma motocicleta que teriam sido utilizados no ataque.
Investigações
Os quatro suspeitos foram encaminhados à delegacia. Conforme a Polícia Militar, todos possuem antecedentes criminais.
“Todos têm passagem por tráfico de drogas e porte ilegal de armas, alguns inclusive com mandados de prisão em aberto”, informou o oficial.
As investigações seguem sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que apura a participação de outros envolvidos no caso. A polícia não descarta novas prisões.
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