Aguardado por fãs no mundo inteiro, o momento chegou: o BTS anunciou um novo álbum e uma turnê mundial. O comunicado era questão de tempo, já que os sete integrantes da banda sul-coreana de k-pop concluíram o serviço militar obrigatório no país e agora estão autorizados a retomar as atividades artísticas.

Novo álbum do BTS

O novo trabalho reunirá 14 faixas compostas de “histórias honestas que o BTS quer compartilhar com o ARMY” e será lançado em 20 de março. A pré-venda do álbum começa às 23h do dia 15 de janeiro, no horário de Brasília. As informações são do Omelete.

Turnê mundial será anunciada em janeiro

A turnê do BTS será anunciada ao meio-dia do dia 13 de janeiro, também no horário de Brasília. Até o momento, a única confirmação é que os shows começarão após o lançamento do novo álbum. Os primeiros detalhes foram divulgados por meio do aplicativo Weverse.

Na plataforma, a BigHit Music, empresa responsável pela banda, informou o retorno do grupo após quase quatro anos afastado dos palcos.

“Os membros estiveram profundamente envolvidos na criação das músicas, colocando seus próprios pensamentos e cores nelas enquanto expressavam musicalmente suas emoções e desafios que enfrentaram nessa jornada”, disse o comunicado.

Idols do k-pop e o serviço militar

Para entender por que integrantes do BTS e de outros grupos de k-pop podem passar anos longe dos palcos, é necessário compreender como funciona o serviço militar na Coreia do Sul.

Conforme o g1, em 2020 o país aprovou um projeto de lei que permitiu o adiamento do alistamento para artistas desse segmento musical. No entanto, o adiamento não significa cancelamento. Com o tempo, o dia da convocação chegou, e os ídolos trocaram o exército de fãs pelo exército do país.

Alistamento obrigatório na Coreia do Sul

O primeiro integrante do BTS a se alistar foi Jin, em 2022, seguido por J-Hope. Outros artistas, como Kai, do grupo Exo, também passaram pelo processo. O serviço militar é obrigatório para todos os homens aptos entre 18 e 28 anos, com duração entre 18 e 21 meses.

O treinamento inclui atividades como tiros com armas, lançamento de granadas e prática de marcha. A principal razão para a obrigatoriedade é manter o país preparado para possíveis conflitos, já que a Coreia do Sul vive em constante tensão com a Coreia do Norte há décadas.

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