Investigação aponta que o estudante usava sistemas internos do Ministério Público para identificar criminosos e oferecer falsa proteção em troca de dinheiro.
Em entrevista a portal de Itacoatiara, cidade natal do universitário, parentes quebram o silêncio e afirmam que criminosos forçaram falsa confissão de abuso sob efeito de drogas.
Segundo a polícia, a mulher usou o nome de uma adolescente de 12 anos e viveu por mais de um ano com uma família que acreditava acolher uma menor de idade.
Imagens mostram "Gordinho da Revoada" sendo interrogado por criminosos dentro de um carro antes de ser levado para a fronteira com a Bolívia. Polícia investiga o caso.