Desde 2019, o Amazonas captou 46 mil vagas junto à iniciativa privada, realizou 68 mil encaminhamentos e viabilizou mais de 15 mil contratações por meio do Sine Amazonas. Em 2025, o Estado alcançou o melhor desempenho dos últimos cinco anos.
A política pública de trabalho, emprego e geração de renda fortaleceu a intermediação de mão de obra e ampliou oportunidades. O Sine Amazonas, braço estadual do Sistema Nacional de Emprego, conectou trabalhadores às empresas e ampliou o acesso ao mercado formal.
2025 registra melhor resultado em cinco anos
Em 2025, mais de 2,2 mil trabalhadores ingressaram em empregos com carteira assinada. O número representa alta de cerca de 87% em relação ao ano anterior. Os dados são da Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação.
Além disso, o governo estruturou uma estratégia que integra intermediação de mão de obra, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo.
Qualificação amplia acesso ao mercado
O modelo adotado pelo governo inclui cursos gratuitos alinhados às demandas do mercado. Assim, trabalhadores cadastrados no Sine Amazonas ampliam a competitividade em processos seletivos.
“O papel do Estado é criar as condições para que as oportunidades aconteçam. Nós atuamos conectando quem precisa de emprego às vagas disponíveis e, ao mesmo tempo, investimos em qualificação para que o trabalhador esteja preparado para o que o mercado exige”, afirma o governador Wilson Lima.
Crédito fortalece pequenos negócios
Paralelamente, a Setemp mantém estrutura voltada ao fomento de pequenos negócios. O órgão oferece apoio técnico e acesso a crédito em parceria com a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
As linhas de crédito atendem autônomos, microempreendedores individuais (MEIs), artesãos, trabalhadores da economia solidária e desempregados que desejam iniciar atividade própria. Os valores podem chegar a R$ 21 mil, com uso para capital de giro ou investimento fixo, incluindo compra de máquinas e equipamentos.
Para o secretário executivo da Setemp, Henry Vieira, a política pública amplia o alcance do emprego formal. “Nosso compromisso é ampliar o acesso ao emprego formal e fomentar alternativas de geração de renda, seja por meio da qualificação ou do apoio ao empreendedorismo”, destaca.
Política integrada ao desenvolvimento econômico
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Campêlo, a política de emprego precisa dialogar com o ambiente econômico. “Quando o Estado investe em infraestrutura e facilita o acesso ao crédito, ele cria um ciclo positivo: a empresa se sente segura para expandir, o empreendedor consegue estruturar o negócio e o trabalhador encontra espaço para crescer”, afirma.
Segundo o secretário, ao conectar empresas e trabalhadores e estruturar instrumentos de qualificação e crédito, o governo reduz barreiras de entrada no mercado formal e fortalece iniciativas produtivas de pequeno porte.
O 3º vice-presidente estadual do União Brasil, Sérgio Litaiff, reforça o papel da iniciativa privada. “A política pública, entretanto, tem operado como ponte entre oferta e demanda de trabalho, ampliando o alcance social das oportunidades no estado”.
(*) Com informações da assessoria
