Hanói (Vietnã) – O que era para ser uma manhã tranquila de lazer terminou em um verdadeiro pesadelo para uma família no bairro Nam Tu Liem, em Hanói. Uma menina de apenas 4 anos, identificada como Suní, ficou gravemente ferida após ser empurrada do alto de um escorregador no parquinho de um condomínio residencial. O caso aconteceu no último domingo, por volta das 7h da manhã, e gerou grande repercussão.
Segundo o relato do pai da criança, a menina desceu para brincar normalmente, mas retornou para casa em estado crítico após despencar de uma estrutura de aproximadamente 1,5 metro de altura. Assustado com os ferimentos, o pai buscou as imagens das câmeras de segurança do condomínio e identificou o momento exato em que um menino empurra a filha do topo do brinquedo.
Sangramento no crânio e alívio médico
A menina sofreu lesões severas e precisou ser levada às pressas para o pronto-socorro. Em uma atualização recente sobre o quadro de saúde da filha, o pai informou que, felizmente, Suní já deixou a zona de perigo.
Os exames detalhados constataram que a pequena sofreu uma fissura no osso da órbita ocular e um sangramento intracraniano. Apesar da gravidade do impacto, os médicos descartaram fraturas na coluna vertebral ou no pescoço, e a criança segue em recuperação estável sob observação da equipe médica.
Pai cobra os responsáveis por falta de supervisão
Ao investigar a identidade do garoto que aparece nas imagens, o pai de Suní descobriu que ele é autista e apresenta dificuldades em controlar suas emoções e impulsos. Contudo, o homem ressaltou que a condição da criança não anula a gravidade do episódio e questionou duramente a ausência de adultos monitorando o menino.
O garoto envolvido não é morador do condomínio e teria entrado no local de bicicleta, acompanhado apenas de outra criança. Abalado, o pai de Suní confessou carregar um sentimento de culpa por não estar presente para protegê-la.
A família agora cobra explicações da administração do condomínio sobre a segurança e tenta localizar oficialmente os pais do menino para que assumam as responsabilidades médicas e legais pelo ocorrido.
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