A cunhã-poranga Marciele Albuquerque protagonizou um dos momentos mais marcantes da segunda noite do 59º Festival de Parintins, realizada no sábado (27). Durante a apresentação do Boi Caprichoso, a item surgiu em uma impressionante transformação que uniu a força da onça-pintada e da onça-preta, arrancando aplausos do público no Bumbódromo.
Transformação simbolizou os guardiões da floresta
A metamorfose de Marciele representou os espíritos guardiões da floresta e reforçou o subtema da noite, “O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia – O Chão da Vida”.
Além disso, a evolução destacou a Amazônia como um território sagrado, protegido por seres encantados e pelos saberes tradicionais dos povos originários.
Performance uniu arte, coreografia e simbolismo
Ao som da toada “Cunhã Tribal”, Marciele entregou uma apresentação marcada pelo forte impacto visual. A cunhã-poranga combinou coreografia, interpretação e uma indumentária repleta de elementos simbólicos, reforçando a narrativa construída pelo Caprichoso.
Como resultado, a performance emocionou a torcida azul e branca e figurou entre os momentos mais celebrados da segunda noite do festival.
VÍDEO:
Recebam Marciele Munduruku! 🐆 E essa transformação de Marciele Albuquerque, cunhã-poranga do Boi Caprichoso, durante o Festival de Parintins neste sábado (27)?! Arrepiaram aí também? A poranga purã não decepciona!
— Hugo Gloss (@HugoGloss) June 28, 2026
📹: @tvacritica pic.twitter.com/x4DJyDmPUN
Caprichoso reforça mensagem de valorização da Amazônia
Com a apresentação, o Boi Caprichoso fortaleceu o enredo voltado à valorização da Amazônia, da ancestralidade e dos povos originários. A evolução de Marciele Albuquerque traduziu essa proposta em uma performance que uniu técnica, emoção e grandiosidade cênica.
Além de impressionar pela transformação em cena, a cunhã-poranga voltou a se consolidar como um dos grandes destaques do Caprichoso na disputa pelo título do 59º Festival de Parintins, levando a galera azul e branca à euforia no Bumbódromo.
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