O ator Lúcio Mauro Filho revelou que enfrentou um câncer no intestino pouco antes da morte da mãe, em fevereiro de 2024. A declaração ocorreu durante entrevista ao programa “Alt Tabet”, apresentado por Antonio Tabet.
Segundo o artista, ele descobriu a doença durante um check-up feito após um longo tratamento pós-covid. Antes disso, porém, Lúcio enfrentou crises de pânico e outras complicações de saúde.
Diagnóstico após a covid
Lúcio contou que teve uma covid considerada grave e, depois da infecção, passou a enfrentar crises de pânico. O problema surgiu quando ele voltou às gravações do “Caldeirão com Mion”, programa do qual participa desde 2021 na banda fixa.
Na época, o ator precisou iniciar tratamento para controlar as crises. Além disso, médicos investigaram a possibilidade de trombose e AVC. A situação também aumentou sua preocupação, já que seu pai morreu vítima de um acidente vascular cerebral.
Por isso, Lúcio realizou um longo acompanhamento médico após a covid. Assim que terminou o tratamento, fez um check-up para avaliar sua recuperação.
Foi durante essa avaliação que recebeu o diagnóstico de câncer no intestino.
Uma sequência de perdas
Depois do diagnóstico, Lúcio enfrentou outro momento difícil. Quando já havia concluído o tratamento contra o câncer, sua mãe recebeu o diagnóstico de um câncer agressivo.
Segundo o ator, ela morreu apenas sete dias depois.
“Quando estava com tudo resolvido do câncer, mamãe morre de um câncer super agressivo, em sete dias. Morreu nos meus braços”, afirmou.
Além disso, Lúcio relembrou outras perdas que enfrentou nos últimos anos. Durante a pandemia, perdeu o padrinho, o primo Sandro, um tio e outras pessoas próximas.
Ele também citou as mortes de Paulo Gustavo e Eduardo Galvão. Da mesma forma, lembrou da avó, que, segundo ele, morreu de depressão.
Trabalho como apoio
Apesar da sequência de acontecimentos, Lúcio encontrou no trabalho uma forma de seguir em frente. Nesse período, a música e sua participação no “Caldeirão com Mion” ganharam um significado especial.
O ator afirmou que o programa se tornou uma espécie de “cura” diante das dificuldades. Além disso, manter uma visão positiva ajudou a enfrentar as perdas e o tratamento.
“Acho que só não sucumbi a tanta coisa ao mesmo tempo acontecendo porque esse olhar feliz pra vida tem uma razão de ser”, declarou.
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