Segundo a polícia, a mulher usou o nome de uma adolescente de 12 anos e viveu por mais de um ano com uma família que acreditava acolher uma menor de idade.
Com bíblias no balcão do mercadinho e forte atuação comunitária, Evilázio deixou familiares, amigos e moradores em luto após o crime que chocou Manaus.