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Contexto

Em Davos, governo americano pressiona o Brasil para zerar desmatamento na Amazônia

A transição mundial para a economia limpa é uma meta que o Brasil precisa obedecer, salvaguardando a floresta e zerando suas emissões de gases-estufa

Divulgação

Na cidade suíça de Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o enviado especial do governo americano para o clima, John Kerry, disse que os Estados Unidos não abrem mão de cobrar o governo brasileiro sobre a proteção da Amazônia.

Para ele, a transição mundial para a economia limpa é uma meta que o Brasil precisa obedecer, salvaguardando a floresta e zerando suas emissões de gases-estufa.

“O Brasil é um país crítico na questão climática. Temos que conseguir melhorar as ações na Amazônia para interromper o desmatamento, isso é crucial”, disse Kerry à Folha de São Paulo.

Ministros silenciam

Presentes em Davos, os ministros Paulo Guedes (Economia) e Joaquim Leite (Meio Ambiente) não comentaram as declarações de John Kerry a respeito da Amazônia.
Guedes, inclusive, não participou de nenhum dos dois painés que tratam da crise climática e para a transição mundial rumo a uma economia verde, não poluente.

Empresários internacionais manifestam grande preocupação com o fato de o Brasil registrar, atualmente, os piores índices de desmatamento de sua história.

Anoar faz alerta

Em entrevista a um órgão de comunicação da capital, na manhã de ontem, o secretário estadual de Saúde, Anoar Samad, manifestou preocupação com a baixa procura por vacina contra a Covid-19 em Manaus.

Além da capital, o secretário afirma haver também preocupação com o aumento dos casos da doença na cidade de Parintins, onde deverá acontecer, de forma presencial, o festival folclórico local no final de junho.

Os sem dose

Anoar diz ser lamentável o número de pessoas que ainda não tomaram sequer a primeira dose vacinal.

Ele apela para que os atrasados procurem logo os postos de saúde para atualizarem seus esquemas de imunização.

Restrições

Em nível nacional, 8 estados já voltaram a adotar medidas de restrição para conter a transmissão da variante Ômicron (B.1.1.529) do coronavírus.

Pernambuco, Amapá e Piauí são alguns dos estados que tornaram a obrigar suas populações a usar máscaras e manter o distanciamento social em eventos abertos ou fechados.

E a ZFM, presidente ?

Em mensagens pelo aplicativo Whatsapp, internautas escreveram à coluna prometendo cobrar respostas do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a Zona Franca de Manaus durante sua nova visita ao Amazonas no próximo final de semana.

Apoiadores do presidente confirmam a presença de Bolsonaro em Manaus no sábado (28) para participar da Marcha para Jesus, a convite das igrejas evangélicas da capital.

Cantores gospel

Conforme a assessoria do coronel Alfredo Menezes (PL), pré-candidato ao Senado, os cantores gospel Fernandinho e Anderson Freire marcarão presença na Marcha para Jesus.
A expectativa dos organizadores é que o evento reúna mais de 800 mil pessoas que deverão se concentrar, a partir das 12 horas, na Praça da Saudade.

De lá a caminhada seguirá rumo ao Centro de Convenções Sambódromo, na Zona Centro-Oeste, onde acontecerão orações e louvores.

TSE de olho

A Marcha para Jesus do próximo sábado, em Manaus, deverá ser acompanhada com atenção pelo TSE depois que o presidente Bolsonaro foi acusado de transgredir a legislação eleitoral realizando motociatas em diversos pontos do país com fins eleitoreiros.

Conforme o site O Antagonista, O evento ocorrerá com o engajamento de líderes evangélicos ligados ao deputado federal Silas Câmara (Republicanos), membro da Bancada da Bíblia da qual foi vice-presidente.

Fernanda Aryel

Ao contrário do que muitos esperavam, a filha do prefeito David Almeida, Fernanda Aryel, não será candidata à deputada federal nas eleições de 2022.

Aos 27 anos, ela disse ao pai que “ainda não é minha hora”, descartando qualquer possibilidade de concorrer a cargos legislativos na atual batalha eleitoral, preferindo seguir em frente com o seu curso de medicina.

Wilson preocupado

Para o governador Wilson Lima (UB), a decisão do Ministério da Economia de alterar o Imposto de Importação (II) é mais uma medida “ruim” para o Amazonas.

Vários outros governadores também se queixam da medida que corta 10% em impostos de importação de alguns produtos que compõem a cesta básica.

Economia criativa

Os secretários Ângelus Figueira (Sedecti) e Marcos Apolo (SEC), juntamente com o secretário executivo de desenvolvimento, Valdenor Cardoso, aceleram a organização de um Fórum de Discussão Permanente para impulsionar a economia criativa no Amazonas.

Dentre outros objetivos, eles querem fortalecer a geração de emprego e renda no Estado através de eixos importantes como o turismo.

Escolha para o TRF6

Segundo o site Metrópoles, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) adiou para 13 de junho a escolha dos magistrados que vão compor o novo Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), com sede em Minas Gerais.

Os desembargadores do TRF1, com pretensões de se mudar para o TRF-6, tiveram até janeiro passado para fazer a solicitação de remoção.

Ação pela Reman

O deputado federal Zé Ricardo (PT/AM) e o senador Jean Paul (PT/RN), com apoio do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro/AM), ingressaram com representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo medida cautelar para suspender o processo de privatização da Reman (Refinaria Isaac Sabbá).

Ontem, a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia (Cindra), da Câmara Federal, aprovou requerimento de Zé Ricardo para a realização de Audiência Pública com o objetivo de debater os impactos do processo de venda da Reman em Manaus e o aumento dos preços dos combustíveis.

Fundo milionário

Aliados do ex-governador paulista João Dória dizem que o milionário fundo eleitoral do PSDB, da ordem de R$ 318 milhões, foi a principal causa do racha partidário que acabou alijando Dória da disputa pelo Palácio do Planalto.

O ex-governador contaria com R$ 65 milhões do fundo para a campanha durante o primeiro turno das eleições.

Agora, a quantia ficará exclusivamente à disposição dos candidatos tucanos aos governos estaduais e à Câmara Federal.

Teto de gastos

A barafunda tucana em São Paulo despertou nos estados apreensão acerca do estabelecimento do teto de gastos pelo TSE para as campanhas dos deputados federais que pleiteiam a reeleição.

Os limites para cada cargo e estado ainda não foram determinados pelo TSE. Em 2018, o teto para os candidatos à Câmara dos Deputados foi de R$ 2,5 milhões.

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